Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 16/06/2021

Percebe-se, no limiar do século XXI, sérios problemas em relação à sedentarização. É de conhecimento geral que a falta de atividade física é prejudicial à saúde e está presente em boa parcela da população mundial. Nesse sentido, é imprescindível ressaltar o desenvolvimento tecnológico como principal fator do sedentarismo, bem como os riscos da inatividade corporal.

Nesse contexto, uma clara maneira de analisar a evolução tecnológica é a ideia de Steve Jobs, na qual, para ele, “A tecnologia move o mundo”. Dessa forma, com os incríveis avanços e a criação de smartphones e videogames é cada vez mais comum a tecnologia induzir adultos e jovens a permanecer parados e focados no mundo digital. Da mesma maneira, a falta de exercícios, aliados à facilidade de comprar comida sem sair de casa, agravam ainda mais a saúde da população mundial, que se tornam indivíduos muito mais propícios a doenças como diabetes, hipertensão e afins. Nesse intuito, é possível concluir que o desenvolvimento tecnológico faz a pessoa ser alienada e ociosa ao mundo real e mais ativa virtualmente, o que aumenta seu sedentarismo.

Paralelo a isso, é necessário enfatizar os riscos de um ser sedentário. Desse modo, vale ressaltar o documentário “Muito além do peso”, no qual retrata a realidade da obesidade infantil no Brasil e o debate da qualidade da alimentação. Nessa razão, o sobrepeso é uma causa direta da falta de exercícios, sendo assim, a população mundial sofre com os males decorrentes do sedentarismo, que se torna cada vez mais comum. Na mesma ideia, as doenças decorrentes da inatividade corporal são os principais perigos para as pessoas mais ociosas, tendo em vista que, se não tratadas, podem trazer complicações e até a morte, por isso, é necessária a prática de atividades esportivas.

Portanto, para amenizar os problemas do sedentarismo, cabe ao governo organizar campanhas de pedal e projetos de dança ao ar livre, por meio de parcerias com academias, cujos profissionais receberão para auxiliarem. Como efeito, se reduzirá o número de pessoas que não praticam atividades físicas, bem como a quantidade de cidadãos obesos, só assim será possível conscientizar os sedentários.