Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 05/07/2017
Desde o advento do capitalismo no século XVI, expressou-se nas sociedades mundiais a busca incansável de uma melhor estabilidade financeira. Desse modo, a população vem se tornando cada vez mais sedentária, fato que tem contribuído negativamente na vida dos cidadãos brasileiros . Nesse sentido convêm discutirmos, não só os fatores que contribuem, mas também os efeitos problemática em questão.
Em primeiro lugar, os inúmeros avanços tecnológicos são uma das principais causas do impasse. Prova disso está no processo de massificação, em que o mercado lança um objeto, esse é disseminado por meio de propagandas e atingido a sociedade, tal ciclo vicioso aliena os cidadãos. Como mostra a frase de Steve Jobs – fundador da empresa Apple-: “Eles não sobem o que querem, até mostrarmos a eles”. Consequentemente, agrava-se o afastamento das práticas corporais. Ademais, a falta de uma estrutura adequada de atividades, não estimula os cidadãos à pratica, haja vista que a maioria desses locais encontram-se em condições precárias.
É fundamentar pontuar ainda, que essa despreocupação física corrobora para o surgimento de doenças. A começar pelo Diabetes, causado quando há acumulo de compostos ricos em açucares, aliado a não movimentação do corpo. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde comprovam aumento de aproximadamente 60% aumento de diabéticos desde a ultima década. Além disso, o sedentarismo contribui para obesidade, podendo trazer complicações, tanto físicas quanto psicológicas, uma vez que pessoas com essa característica é vítima de preconceitos.
Fica claro, portanto, a necessidade de reverter a situação desfavorável que a inativação das ações corporais provoca. Para isso, cabe a Receita Federal aplicar parte dos impostos arrecadados em obras, como centros esportivos, ciclovias e equipamentos para atividades físicas, trazendo condições para que a população deixe de ser sedentária. Em consonância, é preciso que o Ministério da Educação promova campanhas educativas através da mídias e instituições de ensino, estimulando o cuidado com o corpo e a importância dos exercícios. Somado a isso, a sociedade deve se atentar as armadilhas do mercado e não ficar presa ao mundo tecnológico. Por fim, como a biologia nos mostra com Darwin nem sempre são os mais forte que sobrevivem mas aqueles capazes de se adaptarem a novas circunstâncias.