Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 19/06/2021

No fime “Wall-e”, produzido pela Disney, é retratado o planeta Terra no futuro, que foi tomado pelo lixo gerado pelos humanos. Ao longo da trama, a narrativa revela que as pessoas ficaram tão dependentes da tecnologia que não conseguem levantar sem a ajuda de um robô. Fora da ficção, fica claro que a realidade apresentada no filme pode ser relacionada àquela do século XXI: a falta de incentivo à prática de atividades físicas e pessoas cada vez mais sedentárias graças ao advento da tecnologia.

Em primeiro lugar, faz-se necessário lembrar que exercícios físicos fazem parte de uma vida saudável, já que trazem diversos benefícios para o corpo, como o gasto de calorias e uma melhor circulação sanguínea. Segundo dados da OMS, o sedentarismo está presente na vida de mais de 60% da população mundial. Assim, fica evidente que grande parte dos seres humanos está deixando de lado a saúde e essas pessoas podem acabar desenvolvendo doenças precocemente graças ao sedentarismo.

Além disso, o planeta está cada vez mais tecnológico. Com alguns cliques no celular, por exemplo, é possível fazer uma compra inteira do mercado sem sequer levantar do sofá. De acordo com Hipócrates, todas as partes do corpo têm uma função e se não forem utilizadas elas envelhecem rapidamente. Paralelamente, é possível perceber que a tecnologia faz com que as pessoas utilizem cada vez menos seus corpos, o que pode ser perigoso segundo o médico grego. Logo, fica claro que os avanços digitais tem impacto direto na piora da saúde da população.

Portanto, para que a problemática do sedentarismo seja resolvida, urge que o Ministério da Cidadania crie, por meio de investimentos, banners virtuais a fim de promover a prática de esportes e exercícos físicos. Esses banners devem ser amplamente divulgados para que toda a população brasileira tenha acesso a ele. Somente assim, o rumo da humanidade será mudado e ela não acabará como na animação conhecida como “Wall-e”.