Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 06/07/2021

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos os direitos fundamentais à saúde e educação. Conquanto, o constante crescimento dos índices de sedentarismo na população brasileira desenvolve inúmeras adversidades em território nacional, as quais ocorrem não só pela falta de visibilidade na mídia acerca da saúde pública, mas também em razão da inexistência de debates sobre esse tópico em instituições de ensino. Assim, é necessário entender alguns aspectos que envolvem essa temática de modo a configurar uma resolução para essas problemáticas.

Primeiramente, é imprescindível mencionar que a saúde é um dos principais fatores no desenvolvimento de um país. Entretanto, a invisibilidade na mídia sobre esse tema se torna um dos responsáveis pelos altos níveis de pessoas sedentárias, pois influencia na baixa conscientização em relação a esse assunto e, a partir disso, caracteriza um dano ao bem-estar social dos cidadãos por contribuir para o “nascedouro” de diversos obstáculos com efeito de evidenciar precárias informações acerca da saúde pública. Dessa forma, é preciso buscar meios de conscientizar a sociedade brasileira com o intuito de mitigar esse óbice.

Ademais, é de suma importância salientar a falta de debates sobre o sedentarismo em instituições de ensino como um impulsionador desse impasse. De acordo com o britânico Sir Arthur Lewis, o investimento na educação possui retorno garantido e, assim, entende-se que a inexistência de discussões nas escolas a respeito desse ponto cooperam para aumentar a probabilidade de jovens se tornarem adultos sem conhecimento em relação à própria saúde e, consequentemente, essa questão pode resultar em torná-los vítimas de diversas patologias que podem causar malefícios a si mesmos. Logo, é indispensável tomar medidas para que essa situação seja resolvida mediante a solução dessa dificuldade.

A partir das considerações feitas, fica evidente que o sedentarismo é uma infeliz realidade nesse século, por isso é preciso superar os desafios que esse tema propõe. Portanto, o Ministério da Saúde, como órgão responsável pela administração e promoção de saúde no país, deve realizar propagandas nos veículos midiáticos advertindo sobre esse ponto e, ainda, o Ministério da Educação deve propor um projeto que visa integrar matérias acerca da saúde pública nas escolas para conscientizar os estudantes sobre essa situação. Essa ação pode ser feita por meio de divulgações em programas de televisão e redes sociais e, também, por intermédio de aulas e eventos sobre essa temática nos colégios. Assim, será possível solucionar os problemas relacionados ao sedentarismo no século 21.