Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 18/08/2021
Sedentarismo é o estado na qual o indivíduo realiza menos que dez mil passos por dia, isso conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa condição anterior é muito recorrente no território nacional, dado que quase metade dos adultos brasileiros não realizam o mínimo de atividade física necessária, segundo o IBGE. Tal cenário preocupante é desencadeado pela ineficiência estatal no que diz respeito à atenuação desse impasse, como também pela dependência tecnológica dos citadinos. Dessa maneira, cabe analisar as causas e suas consequências negativas sobre a saúde das pessoas não ativas.
Nessa perspectiva, é valido mencionar primeiramente a importância da atuação governamental para reverter esse quadro, uma vez que é o responsável pela promoção da saúde à todos os brasileiros, consoante o artigo 196 da Carta Magna. No entanto, essa prerrogativa não acontece na realidade, haja vista, a pouca ou nenhuma divulgação de informações acerca desse problema, isso é, que visem conscientizar a população a buscar um estilo de vida mais ativo. Diferentemente do exposto, nos Estados Unidos no ano de 2013, a cantora Beyoncé participou da campanha “Let´s move”, idealizada pelo Governo, cantando em diversos colégios do país a fim de incentivar os jovens a realização de atividade física. Consequentemente, a taxa de indíviduos obesos e sendentários norte-americanos diminuiu 15% após essa ação. Nesse sentido, é imprescindível que as Ministério da Saúde (MS) crie campanhas que elucidem os contras da falta de exercícios físicos e os seus benefícios à saúde humana.
Ademais, cabe ressaltar que o vício em aparelhos eletrônicos, outro fator relevante para a consolidação desse entrave no Brasil. Isso acontece porque, segundo a revista “Veja”, em média os brasileiros ficam cinco horas conectados na internet por dia, ou seja, desperdiçam tempo que poderiam estar realizando alguma atividade física - como fazer caminhada-, mexendo nas redes socias. Desse modo, conclui-se a importância de os brasileiros-se diminuir o uso de celulares e notebooks, já que, o sendentarismo traz consigo vários efeitos negativos, por exemplo: obesidade, hipertensão, diabetes e até a dependência nesses aparelhos, de acordo com pesquisas feitas pelo jornal “Estadão”.
Em suma, são necessárias medidas que combatam o sendentarismo no país. Para isso, cabe ao MS a criação de campanhas, com divulgação em diversos veículos midiáticos, a fim de sanar as dúvidas dos brasileiros acerca dessa condição. Isso acontecerá por meio de vídeos, posts e cartazes de fácil compreensão. Além disso, cabe ao Ministério da Educação a criação de palestras escolares, que visem conscientizar os jovens sobre os efeitos nocivos do uso exagerado do celular.