Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 13/07/2017

O sedentarismo nem sempre foi um problema ativo em sociedade. No Brasil pré-colonial, a população nativa foi marcada pela constante hiperatividade, em razão da necessidade de sobreviver, por meio da caça, atividade pastoril, ou agricultura. Hoje, com os avanços tecnológicos, os indivíduos tendem-se ao sedentarismo, possibilitando a ocorrência de inúmeras doenças. Assim sendo, é evidente que algo precisa ser feito para a saúde e bem estar da população.

A tecnologia vem em constante evolução ao longo do tempo. Desde a segunda guerra mundial, computadores foram inventados para decifrar códigos alemães, ou seja, com o intuito de ajudar o homem, e a longo prazo , na praticidade da vida das pessoas. Entretanto, com o avanço exacerbado dos meios tecnológicos, as pessoas deixaram de ser somente auxiliadas pela tecnologia para serem dependentes à ela. Isso acarretou sérios problemas para a saúde dos indivíduos, como diabetes, hipertensão e tabagismo.

Contudo, o problema parece estar longe de ser solucionado. A mídia possui um importante papel para que o impasse persista. Através do ‘marketing’, com propagandas e anúncios, a necessidade de estar conectado a aparelhos modernos, como celulares, computadores e vídeo games é ainda mais fomentada. Além disso, a falta de ações governamentais que estimulem a prática de atividades físicas faz com que a população não dê a devida importância ao ato, estando assim, em situações de extremo sedentarismo.

Parafraseando Confúcio, “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. Portanto , é importante que o Ministério do Esporte em parceria com a Secretaria de Urbanismo disponibilizem complexos esportivos públicos para a população, estimulando a prática de exercícios físicos. É necessário também que o Ministério da Justiça junto à OAB façam inspeções em anúncios e comerciais, proibindo a existência de ‘merchandisings’ que fortaleçam a ideia de sedentarismo.