Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 16/07/2017
O filme wall-e retrata uma visão futurística no ano de 2700, onde o avanço tecnológico torna-se fator primordial para o sedentarismo, e consequentemente problemas à saúde, como obesidade e mobilidade reduzida. Já fora da telas, esse estilo de vida faz-se presente; a visão futurística avança séculos e atinge a sociedade em questão.
Primeiramente vale ressaltar que tal fato ocorre principalmente devido à tecnologia empregada em diversos bens de consumo, que visam o conforto da população, o que resulta na redução do numero de calorias gastos por dia, dando inicio ao sedentarismo. Isso deve-se ao fato de que, com essa redução, os órgãos e o aparelho locomotor sofrem um retrocesso funcional. Prova disso, são fatores resultantes como a atrofia muscular, além de inúmeros malefícios à saúde.
Outrossim, vale realçar que o sedentarismo tem como principal consequência o risco metabólico. Tal conjuntura evidencia-se no ganho de peso, propensão a diabetes, aumento da pressão arterial, além do risco de infarto e consequentemente mortalidade precoce. Dessa maneira, o sedentarismo passou de um estilo de vida à um problema de saúde publica
Torna-se evidente, portanto, a necessidade no âmbito nacional de adoção da lei de incentivo ao esporte que permite que empresas e pessoas físicas invistam parte do que pagariam em impostos, em projetos esportivos. Além disso, é preciso que a imprensa e a mídia transmitam maiores informações sobre o risco do sedentarismo, promovendo discussões e a conscientização da população. Ademais, cabe ao ministério do esporte maior ênfase à pratica de atividades físicas nas escolas, como principal forma de prevenção. Com essas medidas, pode-se reduzir o nível de sedentarismo no Brasil, que atinge 46% dos adultos à países como a Índia, no qual apenas 15,6% da população não pratica atividades físicas.