Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 20/07/2017
Vivemos em uma sociedade moderna, onde não é mais necessário sair de casa para ir ao banco, fazer compras ou se preocupar com a demora no preparo das refeições. Tudo se tornou mais fácil e prático, basta um toque na tela de um Smartphone e esses problemas são resolvidos. Porém, dentre inúmeros benefícios, a tecnologia trouxe com ela o mal do século: o sedentarismo.
O fato de as pessoas terem aderido uma vida sedentária, originou-se a partir da segunda metade do século XX, quando os avanços tecnológicos tornaram possível a realização de atividades cotidianas sem sair da cadeira. Assim, houveram grandes modificações e transformações dos costumes dos brasileiros, principalmente com o surgimento da indústria alimentar, que gerou o consumo excessivo de produtos processados, principalmente nos grandes centros urbanos, onde o fast food predomina.
Como resultado, segundo a Organização Mundial da Saúde, atualmente 60% da população mundial é considerada sedentária, ou seja, mais da metade das pessoas do mundo não realizam a quantidade mínima de exercícios necessários por dia. Além disso, a ingestão diária de um número maior de calorias necessárias para um corpo saudável, levou ao aumento de doenças como obesidade, diabetes tipo II e hipertensão.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Fica evidente que as bases do sedentarismo estão fincadas nos hábitos coletivos. Assim, o Ministério da Educação deve investir em feiras esportivas nas escolas e nas comunidades, incluindo a participação de profissionais capacitados e da família. A fim de mostrar a importância de atividades físicas desde a infância. Ademais, é necessário que o Ministério da Saúde promova um plano de reeducação alimentar, por meio de um mapeamento das regiões onde o índice de doenças atreladas ao sedentarismo é maior, criando centros de recuperação, com profissionais da saúde e educadores físicos aos pacientes.