Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 19/07/2017
Na Pré-História, era comum a prática de atividades físicas pelo ser humano, pois o desempenho de suas atividades estava ligado às habilidades de andar, correr e nadar. No século XXI, é possível afirmar que o sedentarismo é um grande desafio a ser enfrentado, visto que não somente figura como precursor de diversas doenças, como também parcela da população brasileira não tem o hábito de se exercitar.
Primeiramente, nota-se que o sedentarismo tem impacto direto na saúde dos indivíduos, porque influencia no surgimento de doenças como diabetes, obesidade e cardiovasculares. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 50% da população brasileira é sedentária. Isso pode representar a insuficiência de informação dada aos cidadãos sobre as consequências da ausência de atividades físicas para a saúde.
Além disso, por causa do cotidiano agitado da maioria das pessoas, não há tempo para a prática de exercícios. Para Aristóteles, a felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade. Nesse contexto, é fundamental que haja possibilidades para a prática de esportes no cotidiano do brasileiro, para que esse se sinta mais motivado.
Desse modo, para que se atenue esse cenário problemático, é necessário incentivar a prática de exercícios físicos e alertar a população sobre os riscos do sedentarismo. Para isso, as empresas públicas e privadas poderiam adotar a ginástica laboral dentro das instituições, visando o estímulo de seus funcionários a uma vida mais saudável no ambiente de trabalho. Igualmente, o Poder Público em consonância com os canais midiáticos, como emissoras televisivas e jornais de grande circulação, poderiam divulgar campanhas publicitárias sobre os riscos do sedentarismo para a saúde, com intuíto de alertar os indivíduos sobre as doenças que o tem como uma das causas. Assim, seria possível a diminuição do número de sedentários no país.