Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 07/08/2017
A diminuição da prática do exercício físico e o gasto de poucas calorias com atividades ocupacionais são fatores que definem o indivíduo sedentário. De acordo com a pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 60% da população mundial se enquadra nesta definição. Isto significa a sujeição de mais da metade das pessoas do mundo aos efeitos negativos do sedentarismo, sendo este o mal do século.
O século XXI é marcado pelo rápido avanço das tecnologias e robotização de atividades antes feitas por seres humanos. Muitas delas, contribuíram com o aumento de produtividade das pessoas devido à maior velocidade e eficiência de vários serviços. Hoje, por exemplo, pode-se pagar uma conta bancária através da internet sem a necessidade de ir ao banco. Entretanto, essas mesmas tecnologias contribuíram para aumentar a comodidade da população. Sendo esta, a principal responsável pelo sedentarismo.
Diante desta situação, as pessoas se esqueceram que o corpo necessita de um mínimo de atividade física para estar saudável. Portanto, passam muito tempo paradas, principalmente sentadas na mesma posição. Este hábito, se não corrigido, pode desencadear problemas para a saúde como hipertensão arterial, obesidade e má circulação.
Percebendo-se os efeitos negativos que o sedentarismo pode causar à saúde, é necessário combatê-lo imediatamente. A própria OMS, junto ao Sistema Único de Saúde podem investir em campanhas educativas para informar à população destes efeitos e estimular a mudança de hábitos da população. As campanhas devem estimular: a prática regular de atividade física, não passar muito tempo sentado numa mesma posição, fazer uma breve caminhada ou alongamento durante o dia, e até mesmo, trocar o carro particular por uma bicicleta para ir ao trabalho ou uma padaria etc. Do mesmo modo, a mídia pode apresentar o problema ao público por meio de debates nos programas de televisão ou rádio. Além disso, a escola pode contribuir ao incluir a educação alimentar dentro da sala de aula, para os jovens aprenderem desde cedo a importância da alimentação saudável como prevenção à obesidade agravada pelo sedentarismo.