Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 25/08/2021

Há algumas décadas, estudava-se a melancolia como sendo o mal do século. Entretanto, com o avanço de tecnologias que poupam excessivamente a energia necessária para realizar tarefas diárias do ser humano, a geração atual pode estar convivendo com algo ainda pior, o sedentarismo. Sendo assim, torna-se imprescindível analisar os principais impactos dessa problemática: os riscos para a saúde gerados por um estilo de vida sedentário.

Em primeiro lugar, é necessário destacar que, atualmente, os apetrechos técnológicos oferecem uma gama muito maior de serviços se comparado à década de 1970, ou seja, em cerca de 50 anos, houve um crescimento científico avassalador que mudou o rumo da história. Todavia, existem consequências sérias para a população que usa de forma demasiada esse artifício, visto que através de dados de pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constatou-se que cerca de 46% da população adulta no Brasil é sedentária, isto é, não gasta mais de 2200 calorias por semana com atividades físicas.

Desse modo, os efeitos negativos deste cenário se evidenciam pela porcentagem de pessoas diabéticas, hipertensas e tabagistas no mundo, que correspondem a 10%, 28% e 22%, respectivamente, segundo informações cedidas pela Organização Munidal da Saúde (OMS).

Portanto, conclui-se que o sedentarismo é um grande mal que afeta a higidez do povo. Logo, o Estado e a mídia devem colaborar para a construção de parques públicos para a prática de exercícios físicos e divulgá-los pelas plataformas midiáticas. Por meio de verbas públicas, essa iniciativa ajudará a sociedade a manter uma boa saúde. Só então será possível combater, pela raíz, os péssimos índices de doenças causadas e agravadas pelo sedentarismo.