Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 27/07/2017

Em relação ao sedentarismo, é possível afirmar que o assunto não é um problema atual no Brasil. Desde o Período Neolítico quando o homem já não precisava mais se deslocar com tanta frequência devido ao descobrimento da agricultura o impasse persiste agravando-se cada vez mais ao longo dos anos e em diversos países. Nessa âmbito, pôde-se analisar, que o sedentarismo persiste por possuir raízes históricas e ideológicas.

O ato de não praticar atividades físicas gera consequências que reflete diretamente na saúde. Enfermidades, como: Diabetes, hipertensões e obesidades afetam aqueles que não possuem hábitos saudáveis, ou seja, que não praticam exercícios e não mantém uma alimentação conveniente. As inovações tecnológicas atualmente contribuem muito para o agravamento do sedentarismo, pois estimulam as pessoas a ficarem diariamente sentadas em frente à aparelhos eletrônicos o que acaba gerando esquecimento em relação ao cuidado da saúde física e mental.

A ausência de políticas de saúde capazes de reeducar os cidadãos é responsável por nutrir o sedentarismo no corpo social brasileiro. Além disso, a insuficiência de informações fornecidas a sociedade sobre as doenças que a falta de atividade esportiva causa é um dos motivos para que o impasse persista. Conforme Platão: “O importante não é viver, mas viver bem”. Nessa perspectiva, é possível reconhecer que a qualidade de vida é tão importante quanto a própria, assim como à saúde em relação ao sedentarismo que se tornou um grande mal do século.

Torna-se, evidente, portanto que medidas são necessárias para resolver os impasses existentes. O poder público deve investir em campanhas informativas transmitidas por rádio e televisão que conscientizem a população e mostrem os malefícios de uma vida sedentária. O Estado de cada região em conjunto com o Ministério da Saúde devem promover academias gratuitas para a população realizar atividades físicas. Para que , assim, os brasileiros possam usufruir de uma vida saudável .