Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 02/09/2017
Cogita-se com muita frequência os problemas enfrentados relacionados ao sedentarismo. Isso se evidencia não só pelo alto número de pessoas com diferentes idades, sexo, raça, acometidos por inúmeras doenças, como também pela divulgação midiática de alimentos calóricos e rápidos de fazer, haja vista que não se tem tento tempo, devido aos diversos compromissos e uma vida urbana desenfreada.
Em primeira instância, vale a pena ressaltar o alto índice de pessoas que sofrem com as consequências trazidas pelo sedentarismo. Esses problemas não são só físicos, como também psicológicos, levando a depressão e morte de muitos. Costumeiramente é noticiados nos programas televisivos que uma grande parte da sociedade brasileira não pratica atividades físicas, por falta te tempo, acarretando a obesidade, depressão, exclusão social, diabetes, hipertensão e várias outras doenças, nas quais tem assolado também ao público infantil.
Outrossim, percebe-se a grande propagação da mídia por alimentos que não são saudáveis, porém prazerosos e rápidos, tudo que o mundo contemporâneo exige. Em meio a perturbação social, estresse, as pessoas não tiram tempo para práticas esportivas, algo que tem colaborado muito para o aumento de doenças. Ademais, o incentivo para tais atividades tem sido menosprezado por parte dos órgãos públicos, sendo notória a falta de lugares para práticas prazerosas e o descaso para áreas desfavorecidas economicamente.
Fica claro, portanto, que é necessário medidas para combater esses impasses. Cabe ao governo a implementação de mais áreas esportivas, para que toda população venha a ter acesso. Em consonância a mídia e as escolas, através de ficções engajadas e palestras alertarem o mal causado pelo sedentarismo e os benefícios trazidos por práticas saudáveis. Assim, teremos uma sociedade que segundo Lavoisier, não se perde, não se cria, mas se transforma; haja vista, para melhor.