Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 25/07/2017
A prática de exercícios físicos ajuda a combater doenças do sistema cardiovascular (como hipertensão), a diabetes e até mesmo a depressão (durante o processo o cérebro libera grandes doses de endorfina, causando sensação de bem estar). Porém, a falta de atividades físicas, conhecida como sedentarismo, têm afetado 46% da população brasileira, que devido à hábitos diários e a falta de recursos financeiros, têm a saúde prejudicada.
A praticidade oferecida pela tecnologia influênciou as mais simples ações cotidianas, como por exemplo: pesquisas que antes eram realizadas apenas em bibliotécas, hoje podem ser feitas pelo celular. Entretanto, essa comodidade colaborou para o crescimento do sedentarismo, pois os esforços físicos realizados pelo indivíduo, como caminhar para ir a bibliotéca, foram dispensados. O uso do sistema on-line reforça este costume, pois ações como aquisição e venda de produtos e encontros sociais, são realizados sem sair da cadeira.
Outro agravante desse problema é a falta de capital da grande parte da população, para se inscreverem em acadêmias ou contratarem profissionais da saúde. Apesar de muitas destas instituições terem aumentado a quantidade de alunos, isto, ainda, não é uma realidade abrangente à todas as classes brasileiras, assim muitas pessoas sentem-se desmotivadas ou têm medo de praticarem exercícios, em suas residências ou vias públicas, por não possuírem o acompanhamento adequado ou por receio de ao realizarem incorretamente a atividade, provocarem lesões mais sérias.
Diante destes fatos o sedentarismo precisa ser combatido, através de campanhas publicitárias, veículadas por redes sociais, que incentivem o público a praticarem exercícios, visando um melhor convívio social, de modo que influêncie gradativamente o abandono de hábitos sedentários. Projetos municipais e estaduais como: “Acadêmia na Praça”, devem ser incentivados, juntamente com a contratação de professores de educação física, por orgão públicos, que atuem em postos de saúde, praças e escolas do sistema, afim de alcançar maior parte da população, ao orientar e incentivar os participantes, colaborando para uma melhoria de vida. Destarte, o grande mal do século terá possibilidades de ser combatido.