Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 25/10/2021
Pizza. Hambúrguer. Batata frita. Refrigerante. São exemplos de fast foods disponíveis facilmente nos aplicativos de entrega. Estes benefícios tecnológicos da atualidade é benéfico para a atual sociedade, porém está contribuindo com o sedentarismo e consequentemente trazendo consigo um problema de saúde pública: a obesidade.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, para classificar o indivíduo como obeso deve usar, entre outras ferramentas, o Índice de Massa Corporal que é um cálculo baseado no peso e na estatura. Este número, de pessoas com sobrepeso, vem crescendo paralelamente com o desenvolvimento tecnológico mundial, pois ao mesmo tempo que ele facilita o dia a dia das pessoas neste processo de globalização, ele contribui diretamente e/ou indiretamente com a diminuição das práticas de atividade física.
Embora os fast foods estão presente para facilitar a rotina, estes em sua maioria são classificados como “caloria vazia” devido ao seu alto teor calórico e baixo valor nutricional, de modo que, aliado a falta de prática de esportes pode desencadear inúmeras doenças, tais como, diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. Fato esse que, gera uma sobrecarga no Sistema Único de Saúde.
Conforme o fragmento do artigo 196 da CFB - Constituição Federal Brasileira - de 1988 “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças”. Logo, tendo como alicerce a CFB, uma alternativa que visa minimizar o sedentarismo é a criação, estruturação e investimento efetivo em um projeto definido como Centros de Desenvolvimento e Promoção à Atividade Física, onde por meio de uma parceria do Ministério da Saúde e os gestores das cidades, promovam de forma ampla, coletiva e gratuita a prática de diversas modalidades de exercício físico, como a hidroginástica e a dança, sob a coordenação e orientação de profissionais de educação física que irão conduzir as práticas.