Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 27/07/2017
O filme wall-e retrata uma visão futurística no ano de 2700, onde o avanço tecnológico torna-se fator primordial para o sedentarismo, e consequentemente, problemas à saúde como obesidade e mobilidade reduzida. Já fora das telas, esse estilo de vida se faz presente; a visão futurística avança séculos e atinge a sociedade em questão. Primeiramente, vale ressaltar que tal fato ocorre principalmente devida à tecnologia empregada em diversos bens de consumo, que visam o conforto da população, resultando na redução dos números de calorias gastas ao dia, dando início ao sedentarismo. Isso deve-se ao fato de que, com essa redução, os órgãos e o aparelho locomotor sofrem um retrocesso funcional. Prova disso, são fatores resultantes como a atrofia muscular, além de inúmeros malefícios à saúde.
Outrossim, vale ressaltar que o risco metabólico se apresenta como principal consequência do sedentarismo. Tal conjuntura evidencia-se no ganho de peso, aumento da pressão arterial, propensão a diabetes, além do risco de infarto e consequentemente mortalidade precoce. Dessa maneira, o sedentarismo passou de um estilo de vida à um problema de saúde pública.
Torna-se evidente, portanto, a necessidade no âmbito nacional de adoção da lei do incentivo ao esporte, a qual permite que empresas e físicas invistam parte do que pagariam em impostos, em projetos esportivos. Além disso, faz-se necessário que a imprensa e a mídia transmitam maiores informações sobre o risco do sedentarismo, promovendo discussões e a conscientização da população. Ademais, cabe ao ministério do esporte maior ênfase à prática de atividades físicas nas escolas, como principal forma de prevenção. Com essas medidas, pode-se reduzir o nível do sedentarismo no Brasil, que atinge 46% dos adultos, a países como a índia, na qual apenas 15,6% da população não pratica atividades físicas.