Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 11/09/2021

No filme “Wall-e”, devido à proliferação, os personagens são obrigados a morar em uma nave cercada por tecnologia. As pessoas a bordo se tornam incapazes de viver no mundo real, de socializar com mais seres humanos, e vivem apenas comendo e rodeados pela tecnologia. Analogamente a esse filme, nos dias atuais a sociedade brasileira enfrenta uma pandemia na qual todos precisam se isolar, vivendo rodeados de tecnologia e socializando apenas com os familiares. Na ficção e na vida real o ato de ficar preso em casa, fazendo apenas coisas básicas, e sem se exercitar agrava um problema enfrentado pela sociedade brasileira, o sedentarismo, considerado o mal do século XXI. Causa disso, muitas vezes, é uso exagerado da tecnologia e a falta de prática de atividades físicas.

Em primeira análise, vale ressaltar que segundo pesquisas 84% ​​dos adolescentes de 11 a 17 anos são menos ativos do que pesquisa. Isso ocorre porque os jovens optam, quase sempre, por se divertir utilizando meios tecnológicos, como videogames e redes sociais, ao efetuar a prática de exercícios físicos, o que os torna cada vez mais dependente da tecnologia e ausentes da prática de exercícios físicos. Visto que a tecnologia em excesso leva ao vício e a dependência da mesma, isso agrava ainda mais o sedentarismo no Brasil.

Simultaneamente, a falta de informação sobre causas e consequências do sedentarismo, agrava uma problemática. Consequentemente a desigualdade social, muitas pessoas não têm acesso a tecnologia - um dos maiores meios de comunicação dos dias atuais - e assim que essas pessoas não tem o conhecimento necessário sobre a gravidade do impasse.

Portanto, com o intuito de erradicar o problema, é imprescindível que o Ministério da Educação promova atividades físicas obrigatórias em escolas por meio de aulas que tenham como objetivo o movimento dos alunos - seja a aula online ou presencial - para que as crianças e adolescentes não fiquem sedentárias . Espera-se, com isso, garantir a erradicação do sedentarismo no Brasil para que esse impasse seja visto apenas em ficções e não faça parte da realidade da sociedade brasileira.