Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 28/07/2017

Doenças cardiovasculares. Diabetes. Obesidade. Essas são algumas doenças que vêm se expandindo atualmente e que, a longo prazo, podem ser causadas por um agente em comum: o sedentarismo. Esse que já atinge metade da população brasileira e mais de 60% do mundo, deve ser tratado como um problema grave de saúde pública.

Primeiramente, não há como negar que crescimento da tecnologia, junto à comodidade que essa proporciona, diminuiu significativamente a disposição das pessoas para percorrer longas distâncias a pé. O avanço não apenas de diversos modais de transportes, como também de serviços de tele entrega, como o Delivery, por exemplo, acabou com a necessidade de uma caminhada até o seu destino. No entanto, embora isso seja um progresso positivo, vale ressaltar que seu hábito, sem a união de uma vida ativa fisicamente, pode acarretar uma morte precoce, devido à diversos fatores fisiológicos, que vão se acumulando com o passar dos anos.

Além disso, é possível afirmar que, a Era tecnológica também ocupou, ainda mais, os cidadãos e, consequentemente, a teórica falta de tempo para exercer atividades físicas. Ainda hoje, muitas pessoas insistem em colocar a culpa das saúdes danificadas nas suas vidas profissionais, argumentando que não sobra tempo para se dedicar aos exercícios. Porém, hoje em dia, já há milhares de materiais disponíveis na internet, ensinando práticas físicas, as quais podem ser feitas em casa e em alguns minutos diários: o programa Queima de 48 horas e ExercíciosCasa apresentam vários treinos para membros musculares, em canais abertos no Youtube, e ambos com profissionais qualificados.

Dito isso, é fácil concluir que a vida totalmente passiva é o mal do século e, sendo assim, o Estado, junto com ONG’s, deve fazer campanhas de divulgação e organizar eventos mensais de corrida, em pistas públicas, para toda população. A mídia também deve expor, por meio de comerciais, canais e sites da web que instruam e incentivem atividades curtas diárias. Feito isso, será possível amenizar o número de vítimas do sedentarismo.