Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 06/08/2017
É indiscutível que o sedentarismo vem se tornando um dos maiores desafios do Brasil pós-moderno. Isso vem se mostrando não apenas pelo o aumento da obesidade entre os jovens, mas, sobretudo, pela globalização de comidas e hábitos poucos saldáveis.
Segundo Francis Bacon, filósofo inglês, um corpo sadio é um quarto de hospedes para a alma. Nesse âmbito, não cuidar da saúde traz consigo reflexos não apenas para a estrutura física, mas também para o psicológico dos indivíduos, logo, é notável que os índices de doenças estão concatenados com a má alimentação e a ausência de atividades físicas. Nesse sentido, é fundamental entender que a falta de políticas que possam ponderar tais problemas poderá no futuro gerar déficits na saúde pública, uma vez que teremos pessoas menos saudáveis e com péssima qualidade de vida.
Em segunda analise, é possível ressaltar que a globalização é mais um dos fatores responsáveis pala propagação de hábitos, alimentos e comodidades que afetam o bem-estar dos brasileiros, haja vista que a sociedade do Brasil da contemporaneidade, principalmente a juventude, está em grande parte alienada ao modo de vida sem esforço, sem exercícios e alimentos de preparação rápida, porém com pouca qualidade nutricional.
Torna-se nítido, portanto, que o sedentarismo é assunto grave e exige soluções imediatas. Ao Ministério da Saúde, cabe a realização de projetos que possam estimular a prática do esporte no tecido social e diminuir os riscos de uma futura superlotação na saúde pública. A mídia, quarto poder, deve propagar informações não apenas sobre a importância de hábitos alimentares saudáveis, mas também sobre como prevenir o sedentarismo. A escola, instituição formadora de valores, aliada à ONGs deve realizar palestras aos pais e alunos para que possam discutir a questão de forma clara e eficaz. Dessa forma, poderemos diminuir a cristalização do sedentarismo na saciedade brasileira.