Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 02/08/2017

Com a chegada do século XXI e a intensificação da globalização o mundo tem tornado-se cada vez mais sedentário, visto que, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), houve um decréscimo do nível de atividade física diária realizada pelas pessoas, propiciando a aparição de mais casos de doenças ligadas a essa problemática que atinge boa parte da população com maioria adulta.

Segundo Newton, um corpo em repouso tende a ficar em repouso até que uma força atue sobre ele. De forma análoga, é notório o desinteresse das pessoas em realizar exercícios físicos, atitude que está diretamente relacionada aos avanços tecnológicos da humanidade ao longo do tempo, o simples fato de não ser necessário levantar para mudar o canal da televisão ou ir ao trabalho usando um carro já são exemplos dessa ‘’evolução’’, que tende a continuar até que uma ‘‘força’’ atue para mudar essa realidade global.

Além disso, pode-se observar índices positivos para doenças relacionadas ao sedentarismo, como por exemplo hipertensão e diabetes que chegam a atingir 38% da população e também problemas cardiovasculares. É certo que esses distúrbios são causados pela grande quantidade de sal, açúcar e gordura presentes na alimentação industrializada e ao baixo índice de gasto calórico, resultando em sobrepeso e problemas maiores de saúde como o câncer.

Portanto, segundo Martin Luther King, toda hora é hora de fazer o que é certo, sendo assim, dever do Estado em consonância com o Ministério da saúde, incentivar a prática de atividades físicas e o uso de transportes alternativos por meio de programas sociais realizados nas cidades para mostrar quão nocivo é o sedentarismo. Ainda, é vital dar maior atenção à educação física nas escolas para que na vida adulta esses estudantes mantenham-se saudáveis, pois, segundo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele.