Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 04/08/2017

“O ser humano é aquilo que a educação faz dele.” Essa ideologia, estabelecida pelo filósofo Immanuel Kant, em que a educação é capaz de configurar a qualidade de vida, reflete a possibilidade da intervenção do sedentarismo no Brasil por meio do ensino e reeducação alimentar.

Primeiramente, a Globalização influencia no sedentarismo da população. Com a publicidade alimentícia, a propaganda impulsiona o consumo de alimentos calóricos, o modernismo fortaleceu o conceito de que o progresso está estritamente ligado a economia, por conseguinte, menos tempo para a realização de atividade física. Diante disso, é preciso que exista fiscalização tanto na publicidade quanto na proibição dos alimentos de alto teor sódico.

Além disso, a vida sedentária problematiza a saúde física e mental. O entupimento das artérias coronárias são causados pela péssima qualidade de vida, a obesidade pode ocasionar o infarto no miocárdio, inquestionavelmente, a falta de debate e intervenção do Estado faz com que o problema persista e a melhoria na condição de saúde também é um direito que deve ser preservado. Portanto, programas de apoio e informações são importantes.

Com isso, propostas devem entrar em vigor para solucionar os problemas já mencionados. Para tanto, associar hábitos alimentares para acabar com ansiedade ou sintomas psicológicos é o reflexo que o apoio para quem sofre do sedentarismo é urgente. Postos de amparo psicológico com assistente social são necessários, as Instituições escolares terão o papel de educar e conversar com os pais sobre o perigo do sedentarismo, as escolas disponibilizarão atividades recreativas obrigatorias no tempo livre. O Governo vínculado com o Estado irão proibir e fiscalizar propagandas e alimentos. Assim, o Brasil estará de acordo com os avanços democráticos e com o desenvolvimento da sociedade brasileira.