Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 03/08/2017

Sob a égide histórica, o fim da 2º guerra mundial dinamizou hábitos consumistas, a globalização forneceu subsídios para um cenário ocioso interligado com os avanços tecnológicos. Segundo dados do IBGE mais de 46% da população adulta são sedentários, o que comprova o atraso cultural instalado na quebra dos mecanismos de uma vida saudável, como a prática de exercícios.

Conforme elucida o sociólogo polonês Zygmunt Bauman a modernidade líquida trás a fluidez que se encara as relações entre os indivíduos na sociedade. Nessa lógica, o intuito da regulamentação espacial reduz as trocas de comunicação física pelo viés virtual, ao passo que as redes de “Delivery”, e “chats” onlines fortalecem, apenas, o manuseio das mãos, deixando o corpo e as articulações paradas durante horas.

Paralelamente, a ausência de atividades físicas desencadeiam doenças cardiovasculares, diabetes e obesidades que modificam paradigmas sociais. Quando o poder econômico é  afetado , não obstante, pela necessidade de cirurgias bariátricas, exigindo uma grande quantidade de materiais cirúrgicos , leitos com gastos excedentes.

Nessa perspectiva, é urgente a mobilização da sociedade global, utilizando a tecnologia para desenvolver; blogs; portais interativos que possam alertar a população dos riscos frente a saúde e especialistas dialogar, compartilhar informações de forma instrutiva. Por fim, o próprio indivíduo fazer uma autoavaliação, buscando meios para ampliar seus conhecimentos, formulando uma rotina com caminhadas, exercitando o físico, a fim de formar gerações mais conscientes.