Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 07/10/2021

Com o advento da tecnologia,houve diversas transformações na vida de todos.No entanto,com a falta de otimização do tempo e ausência de medidas governamentais,a prática de exercícios físicos foi ficando em último plano, ocasionando no grande mal do século que é o sedentarismo.Diante dessa perspectiva,faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise,deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o sedentarismo no Brasil.Nesse sentido, segundo a Organização Mundial da Saúde, somente cerca de 40% da população não está sujeita ao sedentarismo e suas demais consequências como:Obesidade, diabetes, hipertensão e etc.Logo,essa conjuntura está associado a desigualdade social,que com a falta de comprometimento do Estado e prefeituras em viabilizar essa problemática,violam a visão de contrato social defendida pelo filósofo iluminista John Locke.

Ademais, é fundamental apontar a negligência em otimizar o tempo para a prática de exercícios físicos como impulsionador do sedentarismo no Brasil.Segundo o IBGE,as mulheres sofrem mais com esse mal do que os homens,cerca de 52 a cada 100 mulheres são sedentárias e isso se dá pela pressão social e psicológica desde a antiguidade a qual as mulheres tendem de sozinhas a conciliar trabalho,família e tarefas domésticas,não sobrando tempo para exercitar-se.

Depreende-se, portanto,a necessidade de se combater esses obstáculos.Para isso, é imprescindível que o Governo Federal em parceria com as prefeituras municipais construam quadras esportivas,praças com equipamentos práticos de academia e piscinas esportivas em todos os municípios,com a finalidade do cidadão poder escolher qual atividade física realizar,dando liberdade ao indivíduo de usufruir dos direitos de saúde e bem estar social previsto na constituição federal de 1988, talvez assim,haja uma redução da problemática do sedentarismo no Brasil.