Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 07/10/2021

Sedentarismo: um inimigo invisível

O ser humano foi nômade por boa parte de sua existência. Entretanto, com o advento da agricultura, o sedentarismo começou a ser a prática predominante na comunidade. Com isso, milênios após a instauração dessa atividade, essa prática alcançou um nível nocivo a humanidade, e parte significativa da população está com sua saúde prejudicada pela falta de exercícios físicos. Dessa forma, problemas como as doenças causadas pela falta de gastos calóricos e distúrbios mentais se tornaram comuns entre as pessoas mais sedentárias, um sério contratempo que deve ser elucidado com urgência.

Em primeiro plano, cabe destacar as adversidades causadas pela ausência demasiada de gastos calóricos. Nesse sentido, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo, chamado de vilão do século por especialistas, está presente na vida de mais de 60% da população mundial, contribuindo para a proliferação de doenças como diabetes e hipertensão, efermidades que afetam seus descendentes geneticamente. Não obstante, as agências de saúde brasileiras pouco dão atenção a esse assunto, mesmo com a intensificação desse mal entre os jovens da atualidade.

Outrossim, o sedentarismo também ataca a saúde mental dos indíviduos, causando ou agravando efermidades como depressão e ansiedade. Dessarte, especialistas deporam na revista “Veja” e confirmam que a prática de exercícios físicos previne lesões mentais, e isso se deve a endorfina, hormônio do bem-estar, que é liberada quando há gasto de energia. Nessa perspectiva, a falta de incentivo ao esporte aje como vilão na busca por uma vida saúdavel, que se agrava cada vez mais conforme a pessoa vai envelhecendo.

Em suma, cabe ao Ministério da cidadania, órgão responsável pela regência de programas esportivos, melhorar e gerir a infraestrutura de academias gratuitas de modo que sejam funcionais para a prática de exercícios físicos por parte da população com menos renda. Além disso, o Ministério da Educação, encarregado de gerir os assuntos referentes à educação, prover às escolas mais períodos de tempo para aulas de educação física e destinar mais verba à reforma dos ginásios escolares, para impor aos jovens uma boa experiência com esse tipo de atividade. Portanto, com essas medidas, pode ser possível diminuir a porcentagem de sedentários no país e proteger as vidas de milhares de pessoas e seus descendentes.