Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 12/10/2021
Ao afirmar, em seu filme “Food Choices”, o diretor Michal Siewierski aponta a alimentação global como a principal culpada pelo declínio da saúde e pelos danos ao meio ambiente. De fato, ele está certo, pois o sabemos que ao passar dos anos e com as facilidades que nos é apresentada na atualidade o sedentarismo é ainda mais evidente. Deste modo, uma das principais causas também está relacionada ao uso excessivo da tecnologia e a falta de estímulo no caso dos adolescentes que não possuem dos pais, sendo necessárias intervenções afim de resolver essa questão.
Assim como no filme “Food Choices”, os modismos alimentares que nos é apresentada cada vez mais se torna prejudicial a nossa saúde, além de também a industrialização dos alimentos é incapaz de afastar nossa percepção da origem do que comemos. De acordo, com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, no Brasil, 47,5% das mulheres eram pouco ativas em 2019. Já os homens apresentaram uma taxa de 32,1%. Mais da metade (59,7%) das pessoas de 60 anos ou mais de idade era insuficientemente ativa, e o grupo de idade menos sedentário foi o de 18 a 24 anos de idade (32,8%). Além disso, ouve um aumento nos casos de doenças cardiovasculares, que está relacionada aos problemas musculares, como por exemplo o diabetes, obesidade e tromboses. Isso comprova que o sedentarismo pode nos levar desde a uma regressão funcional do organismo até a uma morte precoce.
Devemos considerar, que outras consequências do sedentarismo está relacionada diretamente a comodidade das pessoas e a praticidade gerada pelos meios tecnológicos. Uma vez, que a falta crônica de exercícios físicos e o gasto calórico são os motivos do declínio da qualidade de vida da população. Alguns exemplos que está relacionado a isso é à pratica de caminhada que foi substituída pelo uso de automóveis, assim como também a falta de praticidade de esportes físicos como jogar bola, foram substituídos por computadores, celulares e televisão.
Desta forma, entende-se a necessidade do ministério da educação e do próprio governo, proporcionar nas escolas merendas mais saudáveis e instruir projetos que possa ser debatido com os jovens sobre a importância da adoção de uma alimentação mais saudável e a diminuição de alimentados industrializados. Além de também estimular eles a terem bons hábitos físicos, como exercícios diariamente como, por exemplo, caminhada e prática de esportes. Nesse contexto, seria interessante também que o governo em parceria com institutos responsáveis pela saúde como o OMS, pudesse disponibilizar para a população lugares como ciclovias e parques para atividades físicas ao ar livre.