Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 06/08/2017

O sedentarismo está presente na rotina social, com o estilo de vida que o homem contemporâneo se encontra. Desde a globalização, tecnologias se aprimoraram, assim como a facilidade de se fazer as coisas, como por exemplo o carro, o controle remoto, elevadores e smartphones. Adjunto do desinteresse de cada indivíduo por exercícios físicos, cujo tal “preguiça " comprometem a saúde. Logo, pode-se confirmar que o sedentarismo é o grande mal do século.

Em primeiro lugar, é necessário ressaltar que de acordo com uma pesquisa de 2013 feita pelo IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ) 65 milhões de brasileiros são inativos, logo é notório a propagação desse mal hábito. Consoante disso e da ausência de programas de saúde capazes de reeducar o estilo fé vida social. Dessa maneira doenças crônicas e maus hábitos irão se agravar e consequentemente transformará uma sociedade doente.

Ademais, de acordo com o estudo do médico Dráuzio Varella de 2015, o baixo consumo energético pode ajudar o desenvolvimento da diabetes Mellitus tipo 2. Além de que, tal costume sedentário pode causar doenças crônicas como obesidade, hipertensão e atrofia de fibras musculares, as quais prejudicam o funcionamento dos órgãos. Certamente, a falta de 30 a 40 minutos semanais de exercícios físicos podem prejudicar a saúde do ser humano de maneira clara.

Outrossim, com a “rapidez " do mundo contemporâneo, o fast food, que é rápido e fácil acesso, fazem com que a comodidade permaneça aumentando o índice de obesidade. Ademais, o sedentarismo causa estresse adjunto de depressão, causados pela falta de exercício, gerando o isolamento social. Logo, percebe-se que o sedentarismo além de causar doenças físicas e mentais podem agravar o psicólogo social.

Diante do exposto, medidas são necessárias para que o sedentarismo não se agrave como grande mal do século. Como por exemplo, incentivo midiático para a prática de exercícios físicos, assim como ações educativas do mesmo para os jovens. Como também, a conscientização e educação alimentar para crianças e adultos para manter uma saúde saudável. E, sobretudo, projetos de ONG’s com princípios de exercício e auto-estima para que as pessoas não se isolem da sociedade.