Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 11/08/2017

No filme Wall-E, produzido pela Pixar Studios e divulgado pela Walt Disney Company, expõe-se o sedentarismo presente na humanidade, onde o excesso de alimentos e a escassez de atividades físicas, levam ao catastrófico sedentarismo. Fora dos cinemas, tal contexto, também, torna-se uma realidade presente nos dias atuais, no qual vem crescendo gradativamente ao decorrer do tempo. Nesse âmbito, é preciso entender sobre a problemática do sedentarismo.

Como já diz Iara Schmegel, depois que o homem deixou de ser nômade, virou sedentário, tudo complicou; percebe-se que a humanidade foi regredida ao estilo de vida de antigamente. Segundo pesquisas realizadas pelo IBGE, 46% dos adultos no Brasil são sedentários (67,2 milhões), no qual, 39,8% (27,4 milhões) corresponde à taxa entre os homens e 51,1% (39,8 milhões) entre as mulheres.

Entretanto, o problema está longe de ser resolvido. A constância de novas tecnologias, faz com que as pessoas se prendam ao mundo digital; e a falta de atividades físicas, contribuem para o crescimento da taxa de sedentarismo na sociedade. Tornando o estilo de vida sedentário como maior fator de risco do planeta.

Portanto, medidas de promoção e prevenção a saúde são necessárias para solucionar o impasse. O Ministério da Educação deve instituir palestras ministradas por nutricionistas e professores de educação física para que discutam e alertem os alunos sobre o problema. O Governo precisa não só divulgar (por meio de propagandas, panfletos e palestras públicas) os problemas causados na saúde de uma pessoa sedentária, como também, mostrar meios de prevenção e caminhos para deixar de ser sedentário. Os Municípios devem utilizar as mídias sociais (Facebook, Instagram e Twitter) para criar eventos públicos de atividades físicas e esportivas com o propósito de incentivar as pessoas a adotarem uma vida mais saudável. Desta maneira, o sedentarismo será extinto, e consequentemente, a taxa de expectativa de vida aumentará no país.