Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 15/11/2021
Segundo a primeira lei de ‘‘Newton’’, um corpo em repouso permanece sempre em repouso, a não ser que uma força seja aplicada sobre ele. Ainda, hoje, no Brasil, vive-se um cenário em que o sendentarismo pode ser ou não ser considerado o grande mal do século, sendo um dos principais assuntos discutidos na sociedade que segue sem uma resolução. Diante dessa perspectiva, é imperioso ressaltar fatores que contribuem para essa problemática, não só como o sucateamento da saúde, mas também a omissão de cuidados dos pais.
Em primeiro plano, deve-se mencionar o sucateamento da saúde como impulsionador do problema. De acordo, com a Constituição federal, em seu artigo 6° prevê, o dever do Estado em garantir higidez de qualidade para todos. Nesse contexto, o que observa-se na realidade é o oposto, já que diante de pesquisas feitas pelo site do G1, 70% das pessoas que sofrem com o sedentarismo não conseguem acesso ao tratamento gratuito. Em síntese, é preciso resolver esse problema o mais rápido possível, com o intuito de diminuir os casos no país e promover a saúde de qualidade para todos.
Ademais, precisa-se ressaltar a omissão de cuidados dos pais. Nesse sentido, nas ‘‘Revoluções Industriais’’, teve-se o grande aumento das indústrias alimentícias e também das tecnologias em massa. Analogamente, essas revoluções contribuiram para a propagação do problema, pois teve o aumento de comidas muito gordurosas, a criação de video games, de computadores, os quais prendem os jovens a criar rotinas que fazem totalmente mal ao corpo e por consequência causando a imobilização dessas pessoas e muitos pais não sabem intervir nessa situação. Conforme, o site Saúde Brasil, 90% dos responsáveis dos filhos que sofrem sedentarismo não tentaram intervir nessa barreira. Logo, é inadmissível que isso ainda ocorra, é preciso modificar com clareza e com eficiência essa questão, para extinguir o problema.
Em suma, tem-se a obrigação de interferir instantâneamente no que diz respeito ao sedentarismo pode ser ou não ser considerado o grande mal do século. Portanto, o Ministério da Saúde deve criar projetos e investir nos hospitais, por meio de empresas especializadas, com a finalidade de promover atenção a essas pessoas que sofrem com isso gratuitamente, além disso, que esses projetos fomentem palestras de conscientização para os pais. Somente assim, o Brasil alcançará resultados e cumprirá o que está previsto na Constituição federal.