Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 10/11/2021
O sedentarismo é crescente no mundo inteiro, segundo pesquisa do Ministério da Saúde, mais de 60% das pessoas acima dos 40 anos, no Brasil, são sedentárias. Esse problema se apresenta como mais um problema social do que qualquer outra coisa, haja vista que a saúde é um bem caro no Brasil.
Nesse sentido, após uma rápida análise sobre o bem-estar, nota-se a importância que a atividade física tem na manutenção da saúde. No entanto, a prática de atividades física está muito distante da realidade brasileira, à conta de: o cidadão médio tem pouco ou nenhum tempo para despender nessas atividades e o acesso a academias ou esportes é, via de regra, caro em demasia para o bolso do cidadão. Dessa forma, o sedentarismo é um problema de raízes sociais e econômicas, sendo um sintoma da pobreza que aflige o Brasil.
Num segundo momento, cabe análise sobre os efeitos do sedentarismo sobre a sociedade brasileira. Para o CRM-RS, a atividade física e a prática de esporte são fundamentais na prevenção de doenças cardiovasculares e pulmonares. Isto é, sendo a prática de esporte responsável pelo incremento na saúde do indivíduo, o sedentarismo aumenta o risco de morte por essas causas e, por consequência, piora a qualidade de vida do sujeito.
À vista disso, o sedentarismo surge como um problema enorme que tem de ser corrigido socialmente, por meio de programas de incentivo. Logo, cabe ao Estado garantir o acesso da população à atividade física, por meio de programas de incentivo econômico a academias, programas esses que possibilitem um serviço mais barato para a população. A fim de, com esses subsídios, melhorar a saúde da população brasileira.