Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 14/11/2021
No convívio social brasileiro, o sendentarismo tem obtido grande notoriedade. Segundo dados do IBGE, cerca de 60% da população, de jovens e adultos, não praticam esportes. Essa realidade negativa atesta ser necessária uma conduta mais expressiva do Estado e sociedade civil a fim de mitigar essas estatísticas assustadoras.
Em primeira análise, a escassez de investimentos em espaços públicos que oportunizam a prática de esportes, principalmente para a população menos favorecida economicamente, mostra a negligência do Governo em tentar diminuir os altos índices de sedentarismo no Brasil. Além disso, muitas escolas da rede pública carecem de equipamentos para atividades físicas, o que têm favorecido à obesidade e, consequentemente, práticas sedentárias entre os jovens.
Ademais, o avanço tecnológico no meio social tem substituído atividades que demandam um gasto de energia maior, visto que muitos brasileiros preferem ficar em casa no celular ou assistindo televisão do que sair para uma caminhada ou um passeio de bicicleta. Além disso, a obesidade infantil, distúrbio associado, principalmente, a uma má alimentação tem obtido notoriedade. No entanto, tal panorama, na maioria dos casos, não é combatidos por núcleos familiares e instituições de ensino, os quais se omitem em debater acerca do assunto.
Portanto, com o escopo de combater o sedentarismo, contrariando as estatísticas do IBGE, faz-se necessários que mais famílias e escolas desenvolvam uma mentalidade que amplifique a valorização dos exercícios físicos, por meio de diálogos domésticos e de palestras educativas sobre alimentação saudável, além do estímulo às aulas de educação física. Paralelamente, cabe ao Governo intensificar investimentos no incentivo à realização rotineira de atividades físicas, mediante a destinação de mais recursos financeiros ao Ministério da Cidadania, pois isso facilitaria a construção de mais espaçoes e equipamentos esportivos em praças públicas ou em instituições de ensino.