Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 17/11/2021

Na metade do século XX, os avanços científicos começaram a serem difundidos pelo planeta. Dessa maneira, aos poucos, a sociedade incorporou a tecnologia no cotidiano e, hoje, praticamente todos têm um celular. No entanto, viver sob a égide da tecnologia traz diversos riscos à saúde. De fato, gastar o tempo na frente de uma tela torna o indivíduo sedentário, e isso é perigoso, visto que o sedentarismo desencadeia uma série de doenças que afetam o bem estar da população.

Primariamente, cabe pontuar os malefícios do abuso no uso dos equipamentos. De acordo com o IBGE, no Brasil, metade dos adultos são sedentários. De fato, esse dado tem relação com a intimidade dos cidadãos com a tecnologia. Afinal, com os olhos na tela, o indivíduo mal vê o tempo passar. Nisso, torna-se sedentário, e pode ter sérias consequências, como  diabetes e obesidade.

Em segunda análise, convém refletir sobre os rumos da sociedade informatizada. No filme Wall-E, o enredo aborda uma civilização que, com a assistência de máquinas, vive estática. Nessa condição, todos os indivíduos desenvolveram quadros de obesidade. Por analogia, a obra dialoga com os impactos do sedentarismo. Então, nesse sentido, é evidente que a problemática deve ser discutida, para que sejam traçadas diretrizes de combate ao modo de vida ocioso, focando na prevenção contra os males advindos dessa prática.

Portanto, a fim de combater as consequências do sedentarismo, o governo deve agir. Por meio do Ministério da Saúde, materiais informativos devem ser elaborados e distribuídos ao povo. Além disso, é necessário que o cidadão, caso queria, consiga realizar um acompanhamento do quadro clínico pelo Serviço Único de Saúde. Enfim, com a adoção de medidas preventivas, o sedentarismo irá se tornar um vilão da sociedade e, por consquência, o bem estar da população será preservado.