Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 14/08/2017

Na pré história, os seres humanos nômades (viviam em constante movimento), ao terem acesso ao conhecimento de práticas agropecuárias, se tornaram sedentários, isto é, se estabeleceram num local fixo. Atualmente, outro fator vem agravando ainda mais o sedentarismo, o avanço tecnológico e o perigo das ruas.

Programas de televisão, aplicativos, filmes, séries, internet, entre outros, fazem que as pessoas se acomodem no interior de suas casas. Atualmente o ato de ir à padaria, pagar as contas, comprar roupas está, estatisticamente diminuindo e isso é realizado com apenas “um clique”

Além disso, os meios de comunicação estão evoluindo muito. Antigamente, só existia conversas “cara a cara” ou através de cartas que demoravam dias para serem entregues, porém, atualmente o contato entre pessoas está se tornando raro. Para explicar estes atos, muitos alegam que é perigoso sair às ruas por conta da criminalidade. Infelizmente, isso é verdade, segundo o Ranking mundial, o índice de criminalidade em muitos países está crescendo ano pós ano. Sem contar que em diversas áreas os conflitos são constantes.

Como consequência, o sedentarismo causa muitos problemas ligados à saúde. A obesidade, por exemplo, é o segundo maior causador de morte do planeta. Este cenário de sedentarismo e obesidade é muito bem retratado no filme ‘Wall-E" onde as pessoas fazem tudo com a tecnologia, comem, bebem, se movem e vivem.

Em vista disso, medidas globais devem ser tomadas para que as pessoas um pouco “mais nômades”. Mesmo que as tecnologias continuem avançando, a população precisa sair mais de casa, praticar exercícios físicos, conversar ao ar livre, etc… Para isso acontecer, os Estados devem criar políticas mais abrangentes de proteção ao cidadão e também criar áreas de lazer monitoradas pela polícia assegurando o bem estar das pessoas. Assim feito, as pessoas preferirão sair do comodismo de suas casas.