Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 21/09/2017

É incontrovertível que o sedentarismo seja um dos grandes males do século XXI. Tal realidade é imputada na sociedade contemporânea brasileira pelo avanço da tecnologia, que torna o indivíduo alienado ao mundo digital, distanciando-se de práticas saudáveis. Nesse sentido, a falta de exercícios físicos é diretamente proporcional ao sobrepeso, que por conseguinte, desencadeia em doenças secundárias, tais como, diabetes e hipertensão. Diante disso, medidas informativas e educativas são necessárias para se combater a problemática.

Nesse viés, é sujeito de discussão, o comodismo imputado no âmbito social por conta do avanço tecnológico. De acordo com o IBGE, somente 54% da população faz atividades físicas. Essa estimativa alarmante é intrínseca à troca de atividades ao ar livre, as quais exigem movimentação física, resultantes de queima de calorias, por horas sentadas em frente ao computador ou televisão. Logo, o sedentarismo é uma mazela que se alastra pela sociedade.

Sob o ângulo dos fatos acima supracitados, o sedentarismo corrobora com problemas de saúde. Deixar de fazer exercícios físicos contribui com a obesidade. De tal modo, é indubitável que a falta de exercícios físicos tem se tornado problema de saúde pública, uma vez que grande parte da população seja alvo de doenças desencadeadas pelo excesso de peso. Dessa forma, em analogia a lei newtoniana, é preciso ações nesse cenário que resultem em reações que solucionem o problema.

Infere-se, portanto, que o MEC implemente, no ensino fundamental, matérias como, sociologia e filosofia, adaptadas à compreensão de cada série, a fim de que as crianças se tornem adultos menos alienados ao mundo digital. Outrossim, o Governo Federal em parceria com o Ministério da Saúde deve veicular nas diversas mídias, principalmente, a televisão, campanhas publicitárias que disseminem na população à importância da pratica de esportes e exercícios físicos em consonância da diminuição de doenças.