Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 15/08/2017
No período paleolítico, homens alimentavam-se da caça, pesca e da coleta. Posteriormente, com a revolução agrícola, passaram a produzir para sua sobrevivência e do seu grupo tornando-se sedentários, ou seja, fixos em suas propriedades. Do mesmo modo, na atualidade, o termo sedentarismo refere-se a pessoas ociosas fisicamente. Como causa disso,o aumento do ritmo de vida das sociedades modernas trouxe chances desse problema ocorrer.
Em primeiro lugar, a dificuldade de fazer exercício físico apresenta-se como um empecilho para uma melhor qualidade de vida e uma consequente diminuição da ociosidade do corpo. Prova disso é a rotina diária de 8,9 ou 10 horas imposta aos trabalhadores e, como consequência, chegam ao esgotamento físico ao final do dia sem praticar algum esporte devido à falta de tempo ou até mesmo indisposição. Além disso, de acordo com uma pesquisa do IBGE em 2015, 62,1% não praticavam qualquer tipo de desporto ou atividade física.
Ademais, o avanço da tecnologia contribui significativamente para o sedentarismo. Para exemplificar, jovens utilizam os meios tecnológicos para jogarem ou conversarem online e isso torna-se prioridade na vida deles,logo esquecem dos problemas que ocorrem com seu corpo associados a essa prática. Do mesmo modo, o serviço de fast-food delivery promove comodidade e facilidade para o cliente, visto que este não precisa se deslocar até o ponto de compra de comida influindo significativamente na inércia do corpo.
Ciente dos argumentos supracitados, a ociosidade física é fruto de uma sociedade cada vez mais dinâmica e frenética. Logo, é imprescindível que o governo federal, através do ministério da educação, promova palestras educacionais às crianças visando ao conhecimento do tema. Além disso, ONGS devem propor às comunidades seminários e simpósios com educadores físicos e médicos que esclareçam informações de como evitar o sedentarismo. Por fim, a mídia, por meio canais televisivos, tem que produzir propagandas que alertem sobre as consequências dessa problemática. Pois, só assim, construir-se-á uma sociedade com melhor qualidade de vida.