Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 06/01/2022

No filme ‘‘A Fantastica Fabrica de Chocolate’’, um dos integrantes ,que ganha o ingresso premiado para conhecer à indústria alimentícia, não gosta de se exercitar. Semelhante ao personagem do longa metragem, é notório perceber que, muitos brasileiros, se encontram na mesma condição que o ator. Diante desse contexto, é válido analisar como o comportamento familiar, bem como à tecnolgia impacta no aumento do sedentarismo.

Em primeiro plano, é licito postular que o núcleo familiar interfere na saúde do indivíduo quando se trata de não priorizar atividades esportivas. De acordo com o filósofo John Locke, o ser sujeito é como um quadro branco que vai sendo preenchido por experiências é influências. Dessa forma, é evidente notar uma ausência da família em dialogar com o cidadão sobre a importância do exercício físico poís, com a sobre carga de tarefas do dia a dia esse assunto se torna de pouca relevãncia. Em consequencia disso, o indivíduo não é estimulado a fazer atividades que propiciam saúde. Tal reflexão entra em consonância com os dados do IBGE, em que 46% dos adultos são sedentários.

Outrossim, as novas tecnologias interrompem o ser humano de se exercitar. Segundo o cantor Renato Russo, o homem deve ter, disciplina e liberdade. Entretanto, há um descompanso entre o pensamento do artirsta e o comportamento do ser humano. Isso acontece porque os jogos virtuais associado a ingestão de grandes calorias parece ser mais ‘‘comodo’’ do que sair para praticar esportes. Sob essa perspectiva, a pessoa fica preso aos aparelhos e com ausência de discplina para prioriar a sua saúde, formentado assim a ideologia do sedentarismo.

Portando, medidas precisam ser tomadas para mitigar essa prolemática. Logo, a Família, como educação secundária, deve orientar o cidadão sobre a importância de fazer exercícios físicos, por meio de conversas que estimule o indivíduo a priorizar o seu condicionamento físico, uma vez que esses diologos tem o poder tranformador na vida do ser humano. Tal ação tem o obejtivo de diminuir a ociosidade na alta roda.