Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 17/08/2017

Com o passar do tempo, diversos modos de vida e de saúde foram observados. Nos dias atuais, observa-se um elevado número de pessoas sedentárias. O fato pode ser notado ao analisar populações que enfrentam doenças decorrente do sedentarismo. Diante disso, é cabível abrir uma discussão sobre o sedentarismo.

Atualmente, com o avanço tecnológico e suas distintas formações, tem-se um elevado número de pessoas afetadas por essas inovações. A medida em que se lança um equipamento ou aplicativo, aumenta o número de pessoas dependentes desse avanço, gerando pessoas sedentárias, com cerca de 60% da população mundial com ela e trazendo doenças como diabetes, hipertensão e tabagismo. A falta de exercícios é um dos fatores mais preocupantes gerado por tal avanço, porque é por meio dele que as pessoas queimam calorias, e sem exercícios, acaba gerando uma sociedade doente.

Contudo, o problema está longe de ser resolvido, visto que a facilidade que a tecnologia trás gera um crescente comodismo, ocasionando um grande nível de pessoas estagnadas decorrente da tecnologia. Do mesmo modo, a constante renovação, inovação tecnológica, acaba por confirmar esse ciclo vicioso e abrir uma nova era e estilo de vida. Porém o problema não é só tecnológico e social mas também de Saúde Pública, visto que, as doenças causadas pelo sedentarismo tem forte porcentagem no número de mortes.

Em virtude dos fatos, é de suma importância conscientizar a população consumidora de que o estilo de vida gerado pela tecnologia, é sim prejudicial. Por ser um problema de Saúde Pública, o Estado deve atuar veementemente para controlar a população. Deve criar projetos que estipulem e cobre metas de saúde, trabalhar em escolas incentivando o jovem a ter atividades além da grade curricular, e divulgar com mais frequências dados e informações sobre causas e consequências do sedentarismo. “O ser humano é aquilo que a educação faz dele” I. Kant.