Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 30/08/2017

O sedentário é aquele que não se movimenta muito, que anda ou se exercita pouco. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, 60% da população mundial é sedentária. Esse número torna-se preocupante e alarmante, visto que a falta da pratica regular de atividades físicas pode gerar diversos malefícios para o bem estar de cada um. Em paralelo a esse fato mundial, o Brasil também é um dos ampliadores desse número, pois quase metade dos brasileiros adultos são sedentários segundo o IBGE, essa realidade nacional não deve ser persistida uma vez que trará enormes problemas futuros para a saúde.

Por outro lado, mesmo que as pessoas já se movimentem diariamente em trajetos como casa para trabalho ou para escola, essa locomoção geralmente não pode ser vista como atividade física. Porque a maioria utiliza meios de transporte e fazem no máximo caminhar até o ponto de ônibus. No entanto o uso de automóveis é apenas um conforto proporcionado pelo meio, uma vez que a escolha entre ir a pé, bicicleta ou carro é da própria pessoa.

Dessa forma, o descaso com as práticas de exercícios físicos geram consequências futuras ou em alguns casos até mesmo imediatas. Tais implicações como sobrepeso, diabetes, deficiência hormonal e câncer de tireoide são alguns dos possíveis problemas futuros e infartos em casos de um súbito grande esforço físico para alguns sedentários, geralmente mais velhos. A maioria dessas disfunções são tratáveis depois de diagnosticadas, porém vale ressaltar que o melhor tratamento é a prevenção.

Em suma, tendo conhecimento desses possíveis riscos a população sobre o que a falta de exercício pode causar é necessário que, através dos meios midiáticos os governos estaduais veiculem informativos publicitários incentivando a prática e explicando a consequência de não praticar. Em paralelo, prefeituras municipais também podem proporcionar - ou aumentar - as atividades coletivas em academias ao ar livre,localizadas em praças com orientação de profissionais da área, com orientações diárias de profissionais da área. Além de escolas do ensino fundamental e médio, trabalharem com maior conscientização e estímulo para com os alunos, as aulas de educação física.