Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 31/08/2017

Método difícil para um problema comum

O Êxodo Rural, na década de 50, mudou a vida de inúmeros brasileiros. O avanço tecnológico facilitou a vida do homem moderno mas também trouxe um problema em especial: o sedentarismo. É fácil percebe-lo ao se averiguar os dados do Ministério do Esporte em 2015. Portanto, deve-se agir de modo a incentivar a pratica de exercícios, pois, assim, erradicar-se-ia a inercia moderna.

Mormente, Tal problema fica evidente ao se analisar o elevado numero de sedentários no Brasil em 2015: 45%. À medida que isso ocorre, os problemas cardiovasculares e diabetes tornam-se comuns e podem prejudicar cada vez mais a população. Dentro dessa logica, nota-se um processo fruto de heranças históricas pela inocuidade do governo que se mostra mais presente na vida das pessoas com o passar do tempo.

Outrossim, o sedentarismo mata 5 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde. Ademais, em média, o brasileiro trabalha 40 horas semanais, no geral em serviços de escritório. A ratificação da inercia no trabalho moderno impôs um estilo de vida pautado no medo às doenças advindas da inercia. Assim, o que deveria ser motivo de descanso e conforto, torna-se um grande vilão na sociedade.

Torna-se imperativo que o problema seja combatido através do esporte. O Governo poderia criar mais praças publicas de caminhada por meio de incentivos do Ministério do Esporte. Paralelamente, a mídia poderia incentivar um estilo de vida fitness por meio de novelas sobre os problemas do sedentarismo. Por fim, as escolas ensinariam as crianças a praticar esportes desde muito cedo para que, em 10 anos, o problema do sedentarismo possa ser erradicado, pois, como diria o matemático Descartes: não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.