Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 20/03/2022

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 46% da população brasileira adulta vive de forma sedentária. Estes números só revelam a falta de impulso para haver mudanças nos hábitos da sociedade atual. Desse modo, verifica-se um grave problema de contornos específicos, o qual se mantém devido a precária divulgação de informações e à tecnologia.

Nesse sentido, a falta de informações nas mídias é uma causa latente da problemática. Segundo o filósofo Schopenhauer, os limites do campo de visão de uma pessoa determina seu entendimento a respeito do mundo. Por consequência disso, se a nação não têm acesso a informações sérias sobre a questão e seus malés, dificulta a sua erradicação. Em relação a isso, aumenta os casos de doenças relacionadas ao sedentárismo, como o diabetes, hipertensão e até mesmo o cancêr.

Além disso, vale ressaltar que a má influência tecnologica é um ponto a ser discutido. Com o advento da Revolução Industrial, em meados do século XVIII, à tecnologia se desenvolveu cada vez mais, o que facilitou o modo de vida de todo o planeta. Entretanto, pela falta de controle de tempo dentro do ambiente virtual, deixa-se de realizar atividades físicas e cuidar de sua alimentação. Consequentemente, podendo desencadear doenças, as quais podem levar a morte. Dessa forma, observa-se a transformação de um objeto criado para auxiliar e melhorar a qualidade de vida de todos, como um meio de destruição da saúde.

Portanto, nota-se a necessidade de realizar medidas estratégicas para a sua resolução. Assim, cabe aos meios de comunicação em parceria com o Governo Federal, criar propagandas informativas em comerciais de TV e rádios, também nas redes sociais do governo, com a participação de especialistas da área, como cardiologistas. Com o intuito de informar sobre as conquências, como as doenças, e de que forma evitar o sob peso com atitudes simples no dia a dia. A fim de estimular todos a mudarem seu estilo de viver e aumentar sua expectativa de vida. Logo, poderá-se observar um futuro sem a presença deste mal do século XXI.