Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 19/04/2022

No filme “Wall-E”, a população mundial, após mudar-se do planeta Terra em vir-tude das condições inabitáveis ali presentes, acostumou-se às tecnologias extrema-mente úteis fornecidas pela grande nave espacial e tornou-se sedentária. Sob essa óptica, a sociedade brasileira passa por problemas referentes ao sedentarismo, que, como no longa, é algo bastante recorrente, fruto da intensa utilização dos re-cursos tecnológicos, entre outras causas. Desse modo, é vital que sejam adotadas ações de combate a essa problemática.

De início, deve-se pontuar o uso frequente da tecnologia como causa funda-mental. Nesse sentido, a crescente utilização desses recursos favorece o aumento da sedentarização, visto que as pessoas deixam de realizar atividades físicas, op-tando por passar horas em celulares e computadores. Nesse viés, segundo a CNN Brasil, as pessoas passam em média 3 horas diárias assistindo à televisão, e mais de 5 horas em frente a um computador.

Consequentemente, os problemas de saúde se fazem cada vez mais presentes. Nesse contexto, a ausência de atividades físicas faz com que o corpo não se movi-mente, tornando-o um ambiente propício ao acometimento de patologias, como obesidade, diabetes, hipertensão, entre outros. Nesse panorama, de acordo com o site Ecycle, em pessoas sedentárias, o risco de ocorrer um infarto é mais de 50% maior do que em pessoas saudáveis. É vital, pois, o levantamento de intervenções que mitiguem tal questão.

Portanto, faz-se urgente o planejamento de possíveis ações de combate ao se-dentarismo. Para tanto, as mídias televisivas, responsáveis por influenciar a socie-dade, devem conscientizá-la sobre os benefícios dos exercícios físicos, bem como alertar sobre os malefícios de sua ausência. Isso deve ser feito por meio de campa-nhas e propagandas que impactem os espectadores, a fim de alterar os padrões de comportamento relacionados a essa temática. Dessa forma, a população brasileira será mais saudável, e o sedentarismo não será mais considerado “o mal do século”.