Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 11/04/2022
Conforme Platão, o importante não é viver, mas viver bem. Entretanto, na realidade nacional, é visível que o pensamento do filósofo não se aplica, visto que o sedentarismo é um grande entrave e já pode ser considerado o mal do século. Nesse sentido, é importante analisar a falta de incentivos aos esportes e o avanço tecnológico.
Nesse panorama, é crucial destacar como a ausência de incentivo às práticas esportivas contribui para o sedentarismo. Nesse viés, a pesquisa “Vigitel 2021”, realizada pelo Ministério da Saúde, constatou que o índicie de obesidade ficou em 22,3% no Brasil. Nessa perspectiva, esses números alarmantes são consequência do pouco encorajamento que a população brasileira recebe para prática do desporto, que não é valorizado desde a infância, o que ao longo do tempo acarreta sedentarismo e ganho de peso. Portanto, medidas são necessárias para conter esse contratempo.
Ademais, é substancial salientar como o avanço das tecnologias também é um entrave. Nessa lógica, o filósofo Arthur Schopenhauer afirma que o maior erro que o homem pode cometer é sacrificar sua saúde a qualquer outra vantagem. Sob ese viés, na atual sociedade globalizada, é comum as modernizações estarem presentes na vida do corpo social, o que pode tornar as pessoas viciadas no que a tecnologia pode oferecer, como as redes sociais, e fazer elas esquecerem de suas necessidades, como a prática de exercícios físicos. Por conseguinte, é crucial a reversibilidade desse cenário.
Desse modo, faz-se necessária uma intervenção que venha conter a problemática do sedentarismo no Brasil. Sob esse prisma, cabe ao Governo Federal, responsável pela administração do país, ampliar os investimentos no setor esportivo, por meio de planejamento estratégico, para assim poder possibilitar que todos tenham acesso ao desporto. Outrossim, cabe ao mesmo agente promover campanhas publicitárias, a fim de encorajar sua população à praticar exercícios fisicos. Assim, a nação poderá evoluir nesse aspecto.