Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 09/04/2022

O Reality show “Quilos Mortais”, da emissora de televisão Discovery, apresenta diversos casos de pessoas com obesidade mórbida. Análogo a isso, o Brasil é atualmente um dos países com mais elevada taxa de sobrepeso no mundo, em maior parte dos casos, relacionado ao sedentarismo. Além disso,esse age sendo um grande mal do século, sendo extremamente prejudicial para saúde,afetando a qualidade de vida de vida juntamente com a elevação da taxa de sobrepeso,sendo estes causados pela falta do hábito esportivo .

Sob esse viés, cabe ressaltar que a sedentarização da população vem sendo causada pela carência de incentivo à prática de atividades físicas. Tais exercícios, são de vital importância, pois mantém a população ativa e dessa forma, atuam diminuindo a taxa de obesidade da população. Segundo dados do site “uol”, mais da metade das mulheres adultas brasileiras são inativas, o que evidencia a necessidade de resolução de tal problemática.

Ademais, vale destacar que a sedentarização da população atua como fator corroborante para redução da qualidade de vida desses cidadãos . Em consonância, o filósofo Platão defende que o importante não é viver mas viver bem. Tal frase, faz analogia a um estilo de vida saudável, que só é possivel atingir caso haja uma população ativa, que faça atividades físicas regulares, pois desta forma, diminuira a taxa de sobrepeso, juntamente com a redução na proliferação de doenças cardíacas .

Infere-se,portanto, que a prática de atividades físicas atua combatendo o sedentarismo além de previnir diversos problemas de saúde. Logo, cabe ao Ministério da Cidadania, órgão responsável por promover diversas políticas de desenvolvimento nacional, em parceria a secretaria do esporte,incentivar a população à prática de atividades esportivas, por meio de investimentos que melhorem a infraestrutura das máquinas esportivas. Essa medida visa garantir a diminuição da sedentarização da população A fim de garantir o aumento da qualidade de vida. Dessa forma, evitar que histórias como a do documentário “Quilos Mortais” se repitam.