Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 13/04/2022

O período neolítico, da pré-história, foi marcado pelo sedentarismo, as pessoas desenvolveram a prática da agricultura e precisavam ficar nos locais que havia plantações para esperar o processo de produção de alimentos. No Brasil hodierno, é perceptível que as pessoas se tornaram bem mais sedentárias com o desenvolvi -mento da tecnologia. Nesse contexto, a falta de infraestrutura nas cidades para realizar exercícios físicos e o desenvolvimento de doenças, em decorrência do novo cotidiano, são um dos empecilhos que não podem ser negligenciados.

Primordialmente, percebe-se que a maioria das cidades não tem estrutura para incentivação de práticas de exercícios. De acordo com a revista Correio braziliense, a realização de exercícios gera benefícios para a saúde, depois dos 70, reduz o risco de morte em até 70%. Entretanto, alguns municípios carecem de lugares para se exercitar, como ciclovias ou academias públicas. Como resultado, pessoas que não tem recursos para pagar atividades físicas particulares, ficam sedentárias ou se arriscam em avenidas, fazendo caminhada ou ciclismo, procurando uma vida saudável.

Além disso, a vida sedentária pode trazer vários prejuízos. O programa “Quilos mortais” documenta sobre pessoas que não tinham uma vida saudável e desenvolveram doenças, como obesidade. Visto que o baixo gasto calórico semanal, facilita a evolução de doenças, tais como diabetes, obesidade, osteoporose e doenças cardiovasculares. Ademais, todas esses problemas podem diminuir a qualidade de vida das pessoas.

Portanto, faz-se necessário medidas para reduzir esses fatores. Desse modo, o Governo Federal, juntamente com os Prefeitos dos municípios,, deveriam elaborar obras, visando melhorar a estrutura das cidades em relação as atividades físicas, proporcionando ciclovias e academias públicas. Assim, incentivando as pessoas a se exercitarem e ter uma vida mais saudável.