Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 14/04/2022

A chegada da Família Real portuguesa, em 1808, trouxe consigo o ínicio da industrialização brasileira. A consequência disso é a alteração no modo de viver de grande parte da população contemporanêa. Nesse sentido, os elevados índices de sedentarismo no Brasil crescem cada vez mais, de acordo com o IBGE. Desse modo, isso se deve as rotinas corriqueiras, consequência da ausência de incentivos por parte da família quando ainda pequenos.

Sob esse viés, é evidente que a rotina corrida do dia a dia perpetua para a permanência da problemática. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), quase metade da população brasileira não realiza exercícios físicos. Nesse contexto, percebe-se que apenas um quarto dos brasileiros inserem pequenas atividades no seu dia a dia, como sequela, o aparecimento de doenças se torna cada vez mais frequente, especialmente, cardíacas. Dessa maneira, há necessidade de alterar a rotina, incrementar por exemplo a trocar de elevador por escada no trabalho.

Além do mais, a ausência de incentivos por parte da família aos menores ocasiona diversos consequências ao longo prazo. O melhor jogador de futebol do mundo, Lionel Messi fala sobre seu filho Thiago Messi que é estimulado desde pequeno a praticar atividades físicas e domésticas. Entretanto, observa-se que no século XXI é mais comum que eles tenham estimulos aos eletrônicos, o que contribui para o crescimento do sedentarismo. Logo, estimular desde pequeno é fundamental para que os pequenos cresçam adultos ativos e com menos riscos depossíveis doenças no futuro.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para sanar o que pode ser o grande mal do século. A chegada da industrialiação no Brasil eclodiu o aparecimento de academias e áreas de atividades físicas. Posto isso, mídias televisivas precisam fazer informativos sobre as consequências a médio e longo prazo do sedentarismo. Ademais, o Estado deve incrementar cargas de execícios físicos antes do expediente de trabalho, sem descontar dos salários. Além do mais, o Governo deve apoiar e incentivar os orgaõs envolvidos por meio de incentivos fiscais. Assim, o que pode a vim se tornar o mal do século será sanado aos poucos.