Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 15/04/2022
Na obra The Office, um dos personagens sofre de obesidade, e com o apoio de seus amigos, busca ter uma rotina mais saudável. Paralelo a isso, no Brasil não só adultos, como também crianças, principalmente, sofrem com problemas relacionados ao sedentarismo, resultado da parte de uma sociedade que incentiva essas comorbidades. Por isso, a criação de espaços públicos infantis para a realização de exercícios físicos e a criação de jogos eletrônicos que façam a criança se exercitar, são possíveis ações ao combate dessa realidade.
É importante a participação do Estado no que tange a construção de espaços para exercícios físicos. De acordo com o IBOPE( Instituto Brasileiro de Opnião e Estatística), cerca de vinte milhões ou mais de crianças são sedentárias no Brasil. Essa estatística é possivelmente resultado de mau exemplo de grande parte dos pais, se fazendo assim necessário a criação de lugares na qual as famílias possam se exercitar em conjunto.
Sob essa perspectiva, a tecnologia é mais um dos causadores desse grande índice de obesidade e sedentarismo, principalmente infantil. Hoje em dia, grande parte das crianças possuem como principal “hobby”, o uso de tecnologia em vídeo ou em jogos adequados. É correto afirmar que para driblar essa realidade, é necessário criar um meio na qual relacione exercícios físicos e tecnologias, pois mudanças de hábitos radicais apenas desistimularão a realização de tais atividades.
Diante dessa situação, se faz necessário medidas para frear essa realidade sedentária em que muitas crianças se encontram. Por isso, nas criações de espaços públicos, organizados pela prefeitura local, deve se possuir no projeto o apoio de educadores físicos para orientar a criança, além de brinquedos serem implementados nesses locais. Ademais, a estimulação por jogos eletrônicos onde ocorre a prática de movimentos físicos( “Exergames”), deve ser feita pela própria escola, essa sendo o berço da educação, para assim despertar o interesse nos “pequeninos”