Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 17/04/2022
No desenho LazyTown conta-se a história de Spartakus um jovem que incentiva a prática de exercícios diariamente. Fora da teledramaturgia, analisa-se que medidas como as tomadas pelo protagonista são necessárias para retificar o grande mal do século, o sedentarismo. Desse modo, o incentivo público e a devida conscientização são dois métodos de intervir na problemática. Logo, corrige-se de forma eficaz, o maior problema dos últimos tempos, a inércia física.
De maneira primaz, analisa-se como uma expressiva causa do sedentarismo, as péssimas condições dos ambientes públicos. Nesse contexto, observa-se o descaso governamental com os ambientes em que são disponibilizados alguns materiais para prática básica de exercícios, muitos com aparelhos quebrados, sem segurança alguma, desincentivando, então, a população e formentando na inércia física. Desse modo, retoma-se o conceito da 1º Lei de Newton (Lei da Inércia), a qual afirma que forças externas -no caso, o Ministério da Saúde- devem agir para solucionar algo -trazer medidas para reformar ou ainda construir novos ambientes.
Ademais, a conscientização sobre os efeitos da falta de práticas físicas, é uma maneira de abolir o sedentarismo, o vilão do século. Assim, efeitos do sedentarismo precisam ser divulgados por meio de projetos sociais, como o risco cardiometabólico, a obesidade mórbida, a maior propensão à diabetes, dentre outros diversos riscos, para que após a conscientização, as pessoas se sintam motivadas a praticar exercícios em prol da sáude individual. Desse modo, observa-se que é dever do Estado promover o direito à saúde (financiando o projeto supracitado, por exemplo), como afirma o Art. 197 da Const. Federal de 1988.
Infere-se, portanto, que as Secretarias de Saúde com o SUS (Sistema Único de Saúde), deve criar o projeto ‘Sedentos de Saúde’, financiado pelo Estado. Esta obra seria liderada por alunos de Educação Física das Universidades Federais, e por meio de ações sociais mensais traria aulões de atividades fisícas que trariam a parte prática, onde seriam feitos exercícios dividos para o público infantil, adulto e idoso, além do momento teórico, que se explicaria os riscos á saúde que o sedetarismo formenta. Além de serem feitas reformas nas áreas públicas de exercícios. Logo, os ideais de Spartakus felizmente disseminar-se-ão.