Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 16/04/2022
No filme ‘‘Wall-e’’ é retratado um futuro alternativo, onde a humanidade foge do planeta terra e passa a morar em naves, se tornando seres obesos e sedentários. Analogamente, o Brasil assemelha-se com a animação quando o assunto é o sedentarismo.Tal problemática se agrava com velocidade e causa preocupação para os especialistas. Esse cenário persiste tanto pela falta de uma atitude governamental como pela escassez de conscientização da população, que emergem como empecilhos que precisam ser atenuados.
É válido ressalta, a importância que o Estado possui.Para tanto, cita-se Aristóteles, que afirmava ‘‘O Estado só poderá ser feliz se for edificado sobre a competência e a honestidade’’.Logo, tal afirmação não ocorre na maioria das vezes no país tropical. A quase inexistência de uma atuação governamental para tal problema, visto que parte da sociedade brasileira não possui condições financeiras para frequentar academias por exemplo, contribui para o agravamento da situação e exigi medidas urgentes .
Além disso, vale destacar a imprudência por parte da população relacionada ao sedentarismo. Uma pesquisa realizada pelo Ipsos constatou que o Brasil é o segundo país com mais pessoas que não realizam qualquer tipo de atividade física.Analogamente,as pessoas muitas vezes acomodam-se com os produtos industrializados e deixam de lado as atividades físicas e consequentemente, gera danos para a saúde do indivíduo e aumenta os casos de sedentarismo.
Portanto, medidas devem ser tomadas para o erradicamento de tal problemática. O Ministério Da Saúde, através de parcerias com instituições privadas, utilizando verbas arrecadadas de impostos, irá conceber matrículas para a população em academias e ginásios, com o objetivo de diminuir as taxas de sedentarismo no Brasil. Ademais, o Ministério Público, através de suas mídias sociais, realizará campanhas, para incentizar os exercícios físicos e uma alimentação saudável à sociedade, com o objetivo de garantir cidadãos bem estruturados e saúdaveis e consequentemente, um Brasil mais bem estruturado.