Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 18/04/2022

Wall-e, animação lançada em 2008, entre seus outros temas, apresenta um futuro onde os seres humanos são completamente sedentários, não conseguindo exercer simples ações, como andar, e onde tais dificuldades se tornaram comuns no dia-a-dia. Através desse filme, demonstra-se como o sedentarismo pode mudar por completo a sociedade. Por isso, entende-se o sedentarismo como o mal do século por, além de influenciar os indivíduos ao seu redor, ele também traz inúmeros prejuízos à saúde.

A princípio, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o país com mais sedentários da América Latina, sendo aproximadamente 67 milhões espalhados pelo território. Tal quantidade é sustentada pelo estilo de vida que é difundido atualmente com o advento de melhores tecnologias. Desse modo, facilitações vindas das tecnologias, como a escada rolante, necessidade de aparelhos eletrônicos que levam a passar horas os utilizando, por exemplo, perpetuam o modo de vida sedentário.

Ademais, o maior malefício do sedentarismo é a influência maléfica na saúde. Nesse viés, a falta da prática de exercícios físicos, muitas vezes interligada com uma má alimentação, influenciam diretamente no aumento de casos de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outros problemas. Dessa forma, cada vez mais indivíduos se encontram vulneráveis à morte, visto que, dependendo do quadro do paciente, tais adversidades se tornam fatais.

Portanto, compreende-se então a afirmativa sobre o sedentarismo ser o mal do século, visto que atinge milhões de pessoas e causa diversos problemas, em especial de saúde. Deve-se, através de campanhas promovidas pelo Ministério da Saúde e pelo Governo Federal, incentivar positivamente a prática de atividades físicas, sendo possível preparar maratonas quinzenais que não atrapalhem a rotina de grande parte da população. Assim, o sedentarismo começa a ser combatido a fim de reduzir o número de pessoas atingidas por ele e suas consequências.