Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 19/04/2022
Na Grécia Antiga, Hipócrates conhecido pai da medicina- entendia que a anotomia humana exige o constante movimento do corpo, e à inercia iria de encontro à natureza do ser humano. Entretanto, substancial parcela parcela dos indivíduos fez da inércia um costume, de modo que o sedentarismo tornou-se um grande problema e exige que se desconstrua o excesso de atribuições diárias e as consequências nocivas à saúde.
A princípio, o acúmulo de tarefas no cotidiano motiva a falta de atividades físicas. A esse respeito, no final do século XX, a Terceira Revolução Industrial possibilitou o acúmulo de atividades e tornou confortável a vida das pessoas. Todavia, o excesso de conforto pode ser prejudicial e tornar sedentários os indivíduos que se apoiam na tecnologia e são indiferentes a caminhadas e outras atividades físicas, o que representa um grave problema. Nesse viés, enquanto o conforto excessivo for a regra, a atividade física sera exceção.
De outra parte, o sedentarismo possibilita o desenvolvimento de vvárias doenças. A esse respeito, a Organização Mundial da Saúde relacionou a vida sedentária como causa para obesidade, capaz de acarretar falhas na produção de insulina-diabetes-a alta pressão arterial-hipertensão. Ocorre que substancial parcela mostra-se indiferente à práticas de atividades físicas e é inconsequente em relação à própria saúde, o que pode ter consequências nocivas e irreversíveis. Assim, se o sedentarismo se mantiver, a sociedade será obrigada a conviver com um dos graves problemas para os cidadãos: as complicações de saúde.
Para combater o problema do sedentarismo, portanto, os próprios indivíduos devem organizar as atribuições diárias, por meio de planejamentos capazes de identificar prioridades, a fim de minimizar o excesso de tarefas e possibilitar à prática de atividades. O Poder Executivo, por sua vez, precisa estimular às atividades físicas e exercícios regulares, por intermédio de projetos comunitários, como as academias populares, para prevenir o desenvolvimento de doenças, como diabetes e hipertensão. Assim, a proposta de Hipócrates será valorizada e o sedentarismo deixará de ser um mal no século XXI.