Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 14/09/2017

Desde da escola aprendemos a importância da atividade física para a saúde, porém no mundo contemporâneo e com os avanços da tecnologia essa prática ficou em segundo plano na rotina dos brasileiros, acarretando, contudo, prejuizos à saúde. Sendo assim abordar essa temática com mais intensidade nas escolas e encontrar meios para ampliar a infra-estutura adequada para atividade física simples nas cidades, resultaria em soluções cabíveis para conter o novo mal do século: o sedentarismo.

Analisando os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 60% da população é sedentária no país, ou seja, consomem mais calorias do que gastam diariamente. Esse é um dado alarmante já que causa inúmeros malefícios a saúde como diabetes, hipertensão, obesidade, dificuldade de realizar tarefas simples do cotidiano, além de reduzir consideravelmente os anos de vida das pessoas.

Ademais, situações onde as pessoas acabam se arriscando em avenidas com fluxo de carros para se exercitar atraves da caminhada por exemplo, acontece cada vez mais, já que as ciclofaixas e as chamadas “academias ao ar livre” projetadas para que a população possa iniciar uma prática de exercícios diários e sem custo, ainda são poucas para atender toda  a população  do país e o incentivo dos múnicipios para o seu uso nas cidades que ela já foi instalada é baixo .

Considerando essas questões, projetos de incentivo nas escolas ministrados por professores de educação física, com palestras e práticas esportivas entre os alunos, resultaria em inserir uma rotina saudavél na vida das crianças, tornando-se um hábito ao longo dos anos. Já o Governo junto as prefeituras múnicipais, poderia intensificar a implantação de ciclofaixas e das chamadas “academias ao ar livre”, levando o acesso a elas a toda a população, além de  campanhas educativas e orientações com profissionais da area sobre as doenças resultantes do sedentarismo e a importância da atividade física. Tornando gradualmente as pessoas mais saudaveis e com baixo índice de sedentarismo.